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Clark, Ligia

  • Obras
  • Biografia
  • Curriculum
  • Exposições
  • Crítica
 
Título: Escada
Artista: Clark, Ligia
Técnica: Outros
Medida: 98x72 cm
Ano: 1951
Comentários:   ESTA OBRA FAZ PARTE DO ACERVO DO MAB - MUSEU DE ARTE BRASILEIRA
Preço: Sob Consulta
Código: 4067/1
 

Clark, Lygia (1920 - 1988)



Biografia

Lygia Pimentel Lins (Belo Horizonte MG 1920 - Rio de Janeiro RJ 1988). Pintora, escultora. Muda-se para o Rio de Janeiro, em 1947, e inicia aprendizado artístico com Burle Marx (1909 - 1994). Entre 1950 e 1952, vive em Paris, onde estuda com Fernand Léger (1881 - 1955), Arpad Szenes (1897 - 1985) e Isaac Dobrinsky (1891 - 1973). De volta para o Brasil, integra o Grupo Frente, liderado por Ivan Serpa (1923 - 1973) e formado por Hélio Oiticica (1937 - 1980), Lygia Pape (1929 - 2004), Aluísio Carvão (1920 - 2001), Décio Vieira (1922 - 1988), Franz Weissmann (1911 - 2005) e Abraham Palatnik (1928), entre outros. É uma das fundadoras do Grupo Neoconcreto e participa da sua primeira exposição, em 1959. Gradualmente, troca a pintura pela experiência com objetos tridimensionais. Realiza proposições participacionais como a série Bichos, de 1960, construções metálicas geométricas que se articulam por meio de dobradiças e requerem a co-participação do espectador. Nesse ano, leciona artes plásticas no Instituto Nacional de Educação dos Surdos. Dedica-se à exploração sensorial em trabalhos como A Casa É o Corpo, de 1968. Participa das exposições Opinião 66 e Nova Objetividade Brasileira, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro - MAM/RJ. Reside em Paris entre 1970 e 1976, período em que leciona na Faculté d´Arts Plastiques St. Charles, na Sorbonne. Nesse período sua atividade se afasta da produção de objetos estéticos e volta-se sobretudo para experiências corporais em que materiais quaisquer estabelecem relação entre os participantes. Retorna para o Brasil em 1976; dedica-se ao estudo das possibilidades terapêuticas da arte sensorial e dos objetos relacionais. Sua prática fará que no final da vida a artista considere seu trabalho definitivamente alheio à arte e próximo à psicanálise. A partir dos anos 1980 sua obra ganha reconhecimento internacional com retrospectivas em várias capitais internacionais e em mostras antológicas da arte internacional do pós-guerra.



Atualizado em 08/11/2005

Fonte Itaú Cultural



Exposições Póstumas

1988 - Nova York (Estados Unidos) - The Latin American Spirit: art and artists in the United States: 1920-1970, no Bronx Museum of the Arts

1989 - El Paso (Estados Unidos) - The Latin American Spirit: art and artists in the United States: 1920-1970, no El Paso Museum of Art

1989 - Estocolmo (Suécia) - Art in Latin America: the modern era 1820 - 1980, no Moderna Museet

1989 - Londres (Inglaterra) - Art in Latin America: the modern era 1820-1980, na Hayward Gallery

1989 - Rio de Janeiro RJ - Pequenas Grandezas dos Anos 50, na Gabinete de Arte Cleide Wanderley

1989 - San Diego (Estados Unidos) - The Latin American Spirit: art and artists in the United States: 1920-1970, no San Diego Museum of Art

1989 - San Juan (Porto Rico) - The Latin American Spirit: art and artists in the United States: 1920-1970, no Instituto de Cultura Puertorriqueña

1990 - Flórida (Estados Unidos) - The Latin American Spirit: art and artists in the United States: 1920-1970, no Center for the Arts

1990 - Madri (Espanha) - Art in Latin America: the modern era 1820-1980, no Palácio Velázquez

1990 - Miami (Estados Unidos) - The Latin American Spirit: art and artists in the United States, 1920-1970, no Center for the Fine Arts Miami Art Museum of Date

1990 - São Paulo SP - Coerência - Transformação, no Gabinete de Arte Raquel Arnaud

1990 - São Paulo SP - Espiral, na Miriam Mamber Galeria de Arte

1991 - Rio de Janeiro RJ - Rio de Janeiro 1959/1960: experiência neoconcreta, no MAM/RJ

1991 - São Paulo SP - Abstracionismo Geométrico e Informal: aspectos da vanguarda brasileira dos anos 50, na Pinacoteca do Estado

1991 - São Paulo SP - Construtivismo: arte cartaz 40/50/60, no MAC/USP

1992 - Paris (França) - Latin American Artists of the Twentieth Century, no Centre Georges Pompidou

1992 - Rio de Janeiro RJ - 1º A Caminho de Niterói: Coleção João Sattamini, no Paço Imperial

1992 - Rio de Janeiro RJ - Natureza: quatro séculos de arte no Brasil, no CCBB

1992 - São Paulo SP - Branco Dominante, na Galeria de Arte São Paulo

1992 - São Paulo SP - Retrospectiva, na Dan Galeria

1992 - Sevilha (Espanha) - Latin American Artists of the Twentieth Century, na Estación Plaza de Armas

1992 - Zurique (Suíça) - Brasilien: entdeckung und selbstentdeckung, no Kunsthaus Zürich

1993 - Belo Horizonte MG - Individual, no MAP

1993 - Colônia (Alemanha) - Latin American Artists of the Twentieth Century, no Kunsthalle Cologne

1993 - Nova York (Estados Unidos) - Latin American Artists of the Twentieth Century, no MoMA

1993 - Rio de Janeiro RJ - Brasil, 100 Anos de Arte Moderna, no MNBA

1993 - São Paulo SP - A Arte Brasileira no Mundo, uma Trajetória: 24 artistas brasileiros, na Dan Galeria

1994 - Belo Horizonte MG - O Efêmero na Arte Brasileira: anos 60/70

1994 - Penápolis SP - O Efêmero na Arte Brasileira: anos 60/70, na Itaugaleria

1994 - Rio de Janeiro RJ - Livro-Objeto: a fronteira dos vazios, no CCBB

1994 - São Paulo SP - 22ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal

1994 - São Paulo SP - Bienal Brasil Século XX, na Fundação Bienal

1994 - São Paulo SP - O Efêmero na Arte Brasiliera: anos 60/70, no Itaú Cultural

1995 - São Paulo SP - Livro-Objeto: a fronteira dos vazios, no MAM/SP

1996 - Boston (Estados Unidos) - Inside the Visible, no Institute of Contemporary Art

1996 - Brasília DF - O Efêmero na Arte Brasileira: anos 60/70, na Itaugaleria

1996 - Kortrijk (Bélgica) - Inside the Visible, na Kanaal Art Foundation

1996 - Londres (Inglaterra) - Inside the Visible, na Whitechapel Art Gallery

1996 - Niterói RJ - Arte Contemporânea Brasileira na Coleção João Sattamini, no MAC/Niterói

1996 - Perth (Austrália) - Inside the Visible, na Perth e na Art Gallery of Western Austrália

1996 - Rio de Janeiro RJ - Tendências Construtivas no Acervo do MAC/USP: construção, medida e proporção, no CCBB

1996 - São Paulo SP - Arte Brasileira: 50 anos de história no acervo do MAC/USP: 1920-1970, no MAC/USP

1996 - São Paulo SP - Desexp(l)os(ign)ição, na Casa das Rosas

1996 - São Paulo SP - Ex Libris/Home Page, no Paço das Artes

1996 - São Paulo SP - O Mundo de Mario Schenberg, na Casa das Rosas

1996 - Washington D.C. (Estados Unidos) - Inside the Visible, no National Museum of Women in the Arts

1997 - Barcelona (Espanha) - Retrospectiva, na Fundação Tapie

1997 - Kassel (Alemanha) - 10ª Documenta, no Museum Fridericianum

1997 - Porto Alegre RS - 1ª Bienal de Artes Visuais do Mercosul, na Fundação Bienal de Artes Visuais do Mercosul

1997 - Porto Alegre RS - Vertente Construtiva e Design, no Espaço Cultural ULBRA

1997 - São Paulo SP - Escultura Brasileira: perfil de uma identidade, no Banco Safra

1997 - São Paulo SP - Tridimensionalidade na Arte Brasileira do Século XX, no Itaú Cultural

1997 - Washington (Estados Unidos) - Escultura Brasileira: perfil de uma identidade, no Centro Cultural do BID

1998 - Barcelona (Espanha) - Out of Actions Between Performance and the Object: 1949-1979, no Museo de Arte Contemporáneo

1998 - Belo Horizonte MG - Tridimensionalidade na Arte Brasileira do Século XX, no Itaú Cultural

1998 - Brasília DF - Tridimensionalidade na Arte Brasileira do Século XX, na Itaugaleria

1998 - Bruxelas (Bélgica) - Lygia Clark, na Société des Expositions du Palais des Beaux-Arts

1998 - Los Angeles (Estados Unidos) - Out of Actions Between Performance and the Object: 1949-1979, no Museum of Contemporary Art

1998 - Marselha (França) - Lygia Clark, nas Galeries Contemporaines des Musées de Marseille

1998 - Niterói RJ - Espelho da Bienal, no MAC/Niterói

1998 - Penápolis SP - Tridimensionalidade na Arte Brasileira do Século XX, na Itaugaleria

1998 - Porto (Portugal) - Lygia Clark, na Fundação de Serralves

1998 - Rio de Janeiro RJ - Lygia Clark, no Paço Imperial

1998 - Rio de Janeiro RJ - Trinta Anos de 68, no CCBB

1998 - São Paulo SP - 24ª Bienal Internacional de São Paulo - Antropofagia e Histórias do Canibalismo e Um e/Entre Outro/s, na Fundação Bienal

1998 - São Paulo SP - Arte Construtiva no Brasil: Coleção Adolpho Leirner, no MAM/SP

1998 - Viena (Áustria) - Out of Actions Between Performance and the Object: 1949-1979, no Austrian Museum of Applied Arts

1999 - Brasília DF - LHL: Lygia Clark, Hélio Oiticica, Lygia Pape, na Galeria da Caixa Econômica Federal

1999 - Rio de Janeiro RJ - Arte Construtiva no Brasil: Coleção Adolpho Leirner, no MAM/RJ

1999 - São Paulo SP - Heranças Contemporâneas III, no MAC/USP

1999 - São Paulo SP - Lygia Clark, na Galeria Brito Cimino

1999 - São Paulo SP - Lygia Clark, no MAM/SP

1999 - Tóquio (Japão) - Out of Actions Between Performance and the Object: 1949-1979, no Hara Museum of Contemporary Art

2000 - Brasília DF - Exposição Brasil Europa: encontros no século XX, no Conjunto Cultural da Caixa

2000 - Curitiba PR - 12ª Mostra da Gravura de Curitiba. Marcas do Corpo, Dobras da Alma

2000 - Lisboa (Portugal) - Século 20: arte do Brasil, na Fundação Calouste Gulbenkian. Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão

2000 - Niterói RJ - Coleção Sattamini: dos materiais às diferenças internas, no MAC/Niterói

2000 - Praga (República Tcheca) - Beyond Preconceptions: the sixties experiment, na National Gallery

2000 - Rio de Janeiro RJ - Quando o Brasil era Moderno: artes plásticas no Rio de Janeiro de 1905 a 1960, no Paço Imperial

2000 - Rio de Janeiro RJ - Situações: arte brasileira anos 70, na Fundação Casa França-Brasil

2000 - São Paulo SP - Arte Conceitual e Conceitualismos: anos 70 no acervo do MAC/USP, na Galeria de Arte do Sesi

2000 - São Paulo SP - Brasil + 500 Mostra do Redescobrimento. Arte Contemporânea, na Fundação Bienal

2001 - Belo Horizonte MG - Modernismo em Minas: ícones referenciais, no Itaú Cultural

2001 - Belo Horizonte MG - Modernismo em Minas: ícones referenciais (2001 : Belo Horizonte, MG) - Itaú Cultural (Belo Horizonte, MG)

2001 - Nova York (Estados Unidos) - Brazil: body and soul (2001 : New York, Estados Unidos) - Solomon R. Guggenheim Museum (Nova York, Estados Unidos)

2001 - Oxford (Inglaterra) - Experiment Experiência: Art in Brazil 1958-2000, no The Museum of Modern Art Oxford

2001 - Penápolis SP - Modernismo em Minas: ícones referenciais, no Itaugaleria

2001 - Porto Alegre RS - Coleção Liba e Rubem Knijnik: arte brasileira contemporânea, no Margs

2001 - Rio de Janeiro RJ - Aquarela Brasileira, no Centro Cultural Light

2001 - Rio de Janeiro RJ - Lygia Clark, no Espaço Antonio Bernardo

2001 - São Paulo SP - Bienal 50 Anos: uma homenagem a Ciccillo Matarazzo, na Fundação Bienal

2001 - São Paulo SP - Museu de Arte Brasileira: 40 anos, no MAB/Faap

2001 - São Paulo SP - Trajetória da Luz na Arte Brasileira, no Itaú Cultural

2002 - Fortaleza CE - Ceará Redescobre o Brasil, no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura

2002 - Londres (Reino Unido) - Vivências: dialogues between the works of Brazilian artists from the 1960s to 2002, no New Art Gallery Walsall

2002 - Madri (Espanha) - Arco/2002, no Parque Ferial Juan Carlos I

2002 - Niterói RJ - Acervo em Papel, no MAC/Niterói

2002 - Niterói RJ - Diálogo, Antagonismo e Replicação na Coleção Sattamini, no MAC/Niterói

2002 - Rio de Janeiro RJ - Arquipélagos: o universo plural do MAM, no MAM/RJ

2002 - Rio de Janeiro RJ - Arte Brasileira na Coleção Fadel: da inquietação do moderno à autonomia da linguagem, no CCBB

2002 - Rio de Janeiro RJ - Caminhos do Contemporâneo 1952-2002, no Paço Imperial

2002 - Rio de Janeiro RJ - Genealogia do Espaço, na Galeria do Parque das Ruínas

2002 - Rio de Janeiro RJ - Paralelos: arte brasileira da segunda metade do século XX em contexto, Collección Cisneros, no MAM/RJ

2002 - São Paulo SP - Arte Brasileira na Coleção Fadel: da inquietação do moderno à autonomia da linguagem, no CCBB

2002 - São Paulo SP - Beyond Preconceptions: the sixties experiment, no MAM/SP

2002 - São Paulo SP - Coletiva 2002, na Galeria Baró Senna

2002 - São Paulo SP - Espelho Selvagem: arte moderna no Brasil da primeira metade do século XX, Coleção Nemirovsky, no MAM/SP

2002 - São Paulo SP - Geométricos e Cinéticos, no Gabinete de Arte Raquel Arnaud

2002 - São Paulo SP - Mapa do Agora: arte brasileira recente na Coleção João Sattamini do Museu de Arte Contemporânea de Niterói, no Instituto Tomie Ohtake

2002 - São Paulo SP - O Plano como Estrutura da Forma, no Espaço MAM/Villa-Lobos

2002 - São Paulo SP - Paralelos: arte brasileira da segunda metade do século XX em contexto, Colección Cisneros, no MAM/SP

2003 - Belo Horizonte MG - Geométricos, na Léo-Bahia Arte Contemporânea

2003 - Brasília DF - Arte Brasileira na Coleção Fadel: da inquietação do moderno à autonomia da linguagem, no CCBB

2003 - Buenos Aires (Argentina) - Geo-Metrias: abastracción geométrica latinoamericana en la Colección Cisneros, na Malba

2003 - Campos dos Goytacazes RJ - Poema Planar-Espacial, no Sesc

2003 - Cidade do México (México) - Cuasi Corpus: arte concreto y neoconcreto de Brasil: una selección del acervo del Museo de Arte Moderna de São Paulo y la Colección Adolpho Leirner, no Museo Rufino Tamayo

2003 - Nova Friburgo RJ - Poema Planar-Espacial, na Galeria Sesc Nova Friburgo

2003 - Rio de Janeiro RJ - Arte Brasileira: da Revolução de 30 ao pós-guerra, no MAM/RJ

2003 - Rio de Janeiro RJ - Ordem x Liberdade, no MAM/RJ

2003 - São Paulo SP - Escultores - Esculturas, na Pinakotheke

2003 - Vila Velha ES - O Sal da Terra, no Museu Vale do Rio Doce

2004 - Madri (Espanha) - Arco/2004, no Parque Ferial Juan Carlos I

2004 - Niterói RJ - Modernidade Transitiva, no MAC/Niterói

2004 - São Paulo SP - Lygia Clark, na DAN Galeria

2004 - São Paulo SP - Versão Brasileira, na Galeria Brito Cimino

2005 - Petrópolis RJ - Expresso Abstrato, no Museu Imperial

2005 - Rio de Janeiro RJ - Soto: a construção da imaterialidade, no CCBB

2005 - São Paulo SP - O Corpo na Arte Contemporânea Brasileira, no Itaú Cultural



Atualizado em 25/04/2005

Clark, Lygia (1920 - 1988)



Exposições Individuais

1952 - Rio de Janeiro RJ - Individual, no MEC

1952 - Paris (França) - Primeira individual, na Galerie do Institut Endoplastique

1960 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria Bonino

1963 - Nova York (Estados Unidos) - Individual, na Louis Alexander Gallery of The Pepsi Cola Co.

1963 - Rio de Janeiro RJ - Individual, no MAM/RJ

1964 - Stuttgart (Alemanha) - Lygia Clark, na Studium Generale Technische Hochschule

1965 - Londres (Inglaterra) - Individual, na Signals Gallery

1968 - Rio de Janeiro RJ - A Casa É o Corpo, no MAM/RJ

1968 - Essen (Alemanha) - Lygia Clark, na Galeria M. E. Thelen Essen

1971 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Ralph Camargo

1980 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Funarte

1982 - São Paulo SP - Individual, no Gabinete de Arte Raquel Arnaud

1983 - São Paulo SP - Imaginar o Presente, no Gabinete de Arte Raquel Arnaud

1984 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria Paulo Klabin



Atualizado em 25/04/2005




Exposições Coletivas

1953 - Petrópolis RJ - 1ª Exposição Nacional de Arte Abstrata, no Hotel Quitandinha

1953 - São Paulo SP - 2ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão dos Estados

1954 - Rio de Janeiro RJ - 1º Grupo Frente, na Galeria Ibeu Copacabana

1954 - Rio de Janeiro RJ - Salão Preto e Branco, no Palácio da Cultura

1954 - Veneza (Itália) - 27º Bienal de Veneza

1955 - Neuchâtel (Suíça) - Artistas Brasileiros

1955 - Paris (França) - Artistas Brasileiros

1955 - Rio de Janeiro RJ - 2º Grupo Frente, no MAM/RJ

1955 - São Paulo SP - 3ª Bienal Internacional de São Paulo, Pavilhão das Nações

1956 - Montevidéu (Uruguai) - Pintura Brasileira Contemporânea, no Instituto de Cultura Uruguayo-Brasileño

1956 - Resende RJ - 3º Grupo Frente, no Itatiaia Country Club

1956 - São Paulo SP - 1ª Exposição Nacional de Arte Concreta, no MAM/SP

1956 - Volta Redonda RJ - 4º Grupo Frente, na CSN

1957 - Rio de Janeiro RJ - 1ª Exposição Nacional de Arte Concreta, no MAM/RJ

1957 - Rio de Janeiro RJ - 6º Salão Nacional de Arte Moderna

1957 - São Paulo SP - 4ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão Ciccilo Matarazzo Sobrinho - prêmio aquisição

1958 - São Paulo SP - Clark, Weissmann e Charoux, na Galeria de Arte da Folha

1959 - Leverkusen (Alemanha) - Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa

1959 - Munique (Alemanha) - Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa, no Kunsthaus.

1959 - Rio de Janeiro RJ- 1ª Exposição de Arte Neoconcreta, no MAM/RJ

1959 - Salvador BA - 1ª Exposição de Arte Neoconcreta, no Belvedere da Sé

1959 - São Paulo SP - 5ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão Ciccilo Matarazzo Sobrinho

1959 - Viena (Áustria) - Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa

1960 - Hamburgo (Alemanha) - Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa

1960 - La Paz (Bolívia) - Coletiva, no Museo de Arte Moderno

1960 - Lisboa (Portugal) - Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa

1960 - Madri (Espanha) - Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa

1960 - Nova York (Estados Unidos) - Coletiva, no MoMA

1960 - Paris (França) - Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa

1960 - Rio de Janeiro RJ - 2ª Exposição de Arte Neoconcreta, no MEC

1960 - São Paulo SP - Contribuição da Mulher às Artes Plásticas no País, no MAM/SP

1960 - Utrecht (Holanda) - Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa

1960 - Veneza (Itália) - 30ª Bienal de Veneza

1960 - Zurique (Suíça) - Konkrete Kunst, na Helmhaus

1961 - São Paulo SP - 3ª Exposição de Arte Neoconcreta, no MAM/SP

1961 - São Paulo SP - 6ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão Ciccilo Matarazzo Sobrinho - prêmio melhor escultor nacional

1962 - Veneza (Itália) - 31ª Bienal de Veneza

1962 - Washington D. C. (Estados Unidos) - Collection of Works by Brazilian Artists, na The Pan American Union

1963 - Campinas SP - Pintura e Escultura Contemporâneas, no Museu Carlos Gomes

1963 - Roma (Itália) - Mostra Arte Brasileira, na Galeria d'Arte della Casa do Brasil

1963 - São Paulo SP - 7ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal - sala especial

1963 - Trieste (Itália) - Mostra Arte Brasileira

1964 - Arras (França) - O Hoje de Amanhã, no Musée d´Arras

1964 - Londres (Inglaterra) - 1º Festival de Arte Moderna da América Latina, na Signals Gallery

1964 - Londres (Inglaterra) - 2ª Exposição Piloto de Arte Cinética

1964 - Paris (França) - Movimento II, na Galerie Denise René

1965 - Edimburgo (Escócia) - Arte e Movimento, na Diploma Galleries of the Royal Scottish Academy

1965 - Glasgow (Escócia) - Arte e Movimento

1965 - Liverpool (Inglaterra) - Arts-Science 1965, na University of Liverpool Students Union

1965 - Londres (Inglaterra) - Antologia da Escultura Móvel, na Signals Gallery

1965 - Paris (França) - Objectits 65, na Galerie de la Librarie Anglaise

1965 - São Paulo SP - 8ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal

1966 - Austin (Estados Unidos) - Art of Latin America since Independence, na University of Texas at Austin. Archer M. Huntington Art Gallery

1966 - Belo Horizonte MG - Vanguarda Brasileira, na UFMG

1966 - Buenos Aires (Argentina) - Artistas Brasileiros Contemporâneos, no Museo de Arte Moderno

1966 - Montevidéu (Uruguai) - Artistas Brasileiros Contemporâneos, no Museo de Arte Moderno

1966 - New Haven (Estados Unidos) - Art of Latin America since Independence, na Yale University Art Gallery

1966 - New Orleans (Estados Unidos) - Art of Latin America since Independence, no Isaac Delgado Museum of Art

1966 - Rio de Janeiro RJ - Opinião 66, no MAM/RJ

1966 - Salvador BA - 1ª Bienal Nacional de Artes Plásticas - sala especial e grande prêmio

1966 - San Diego (Estados Unidos) - Art of Latin America since Independence, no La Jolla Museum of Art

1966 - San Francisco (Estados Unidos) - Art of Latin America since Independence, no San Francisco Art Museum

1967 - Rio de Janeiro RJ - Nova Objetividade Brasileira, no MAM/RJ

1967 - São Paulo SP - 9ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal

1968 - Veneza (Itália) - 34ª Bienal de Veneza - sala especial

1969 - Paris (França) - Salon des Realités Nouvelles

1969 - Rio de Janeiro RJ - 7º Resumo de Arte JB, no MAM/RJ

1970 - Medellín (Colômbia) - 2ª Bienal de Medellín, no Museu de Antioquia

1970 - Oxford (Inglaterra) - Coletiva, no Museum of Modern Art

1972 - São Paulo SP - Arte/Brasil/Hoje: 50 anos depois, na Galeria da Collectio

1973 - Rio de Janeiro RJ - Vanguarda Internacional, na Galeria Ibeu Copacabana

1973 - São Paulo SP - 12ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal

1977 - Rio de Janeiro RJ - Projeto Construtivo Brasileiro na Arte: 1950-1962, no MAM/RJ

1977 - São Paulo SP - Projeto Construtivo Brasileiro na Arte: 1950-1962, na Pinacoteca do Estado

1978 - Rio de Janeiro RJ - Escultura Brasileira no Espaço Urbano: 50 anos

1978 - São Paulo SP - As Bienais e a Abstração: a década de 50, no Museu Lasar Segall

1978 - São Paulo SP - O Objeto na Arte: Brasil anos 60, no MAB/Faap

1980 - Rio de Janeiro RJ - Homenagem a Mário Pedrosa, na Galeria Jean Boghici

1980 - São Paulo SP - Amilcar de Castro, Lygia Clark, Sérgio de Camargo e Franz Weissmann, no Gabinete de Arte Raquel Arnaud

1981 - Porto Alegre RS - Artistas Brasileiros dos Anos 60 e 70 na Coleção Rubem Knijik, no Espaço NO Galeria Chaves

1982 - Lisboa (Portugal) - Brasil 60 Anos de Arte Moderna: Coleção Gilberto Chateaubriand, no Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão

1982 - Londres (Reino Unido) - Brasil 60 Anos de Arte Moderna: Coleção Gilberto Chateaubriand, na Barbican Art Gallery

1982 - Rio de Janeiro RJ - Que Casa é essa da Arte Brasileira

1983 - São Paulo SP - Imaginar o Presente, no Gabinete de Arte Raquel Arnaud

1983 - São Paulo SP - Projeto Releitura, na Pinacoteca do Estado

1984 - Rio de Janeiro RJ - Grupo Frente 1954-1956, na Galeria de Arte Banerj

1984 - Rio de Janeiro RJ - Madeira, Matéria de Arte, no MAM/RJ

1984 - Rio de Janeiro RJ - Neoconcretismo 1959-1961, na Galeria de Arte Banerj

1984 - São Paulo SP - Coleção Gilberto Chateaubriand: retrato e auto-retrato da arte brasileira, no MAM/SP

1984 - São Paulo SP - Tradição e Ruptura: síntese de arte e cultura brasileiras, na Fundação Bienal

1984 - Volta Redonda RJ - Grupo Frente 1954-1956

1985 - Belo Horizonte MG - Rio: vertente construtiva, no MAP

1985 - Rio de Janeiro RJ - 8º Salão Nacional de Artes Plásticas, no MAM/RJ

1985 - São Paulo SP - 18ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal

1985 - São Paulo SP - Rio: vertente construtiva, no MAC/USP

1985 - São Paulo SP - Tendências do Livro de Artista no Brasil, no CCSP

1985 - São Paulo SP e Belo Horizonte MG - Rio: vertente construtiva, no MAC/USP e no MAP

1986 - Porto Alegre RS - Coleção Rubem Knijnik: arte brasileira anos 60/70/80, no Margs

1986 - Resende RJ - Grupo Frente 1954-1956

1986 - Rio de Janeiro RJ - 9º Salão Nacional de Artes Plásticas - Lygia Clark e Hélio Oiticica, no Paço Imperial

1986 - Rio de Janeiro RJ - JK e os Anos 50: uma visão da cultura e do cotidiano, na Galeria Investiarte

1987 - Paris (França) - Modernidade: arte brasileira do século XX, no Musée d´Art Moderne de la Ville de Paris

1987 - Rio de Janeiro RJ - 1ª Abstração Geométrica: concretismo e neoconcretismo, na Funarte

1987 - Rio de Janeiro RJ - Abstracionismo Geométrico e Informal: aspectos da vanguarda brasileira dos anos 50, na Funarte

1987 - Rio de Janeiro RJ - Algumas Mulheres, na Galeria de Arte Ipanema

1987 - Rio de Janeiro RJ - Ao Colecionador: homenagem a Gilberto Chateaubriand , no MAM/RJ

1987 - São Paulo SP - 1ª Abstração Geométrica: concretismo e neoconcretismo, no MAB/Faap

1987 - São Paulo SP - 9º Salão Nacional de Artes Plásticas - Lygia Clark e Hélio Oiticica, no MAC/USP

1987 - São Paulo SP - As Bienais no Acervo do MAC: 1951 a 1985, no MAC/USP

1987 - São Paulo SP - Lygia Clark e Hélio Oiticica, no MAC/USP

1987 - São Paulo SP - O Ofício da Arte: pintura, no Sesc

1988 - Nova York (Estados Unidos) - Brazil Projects, no Institute for Art and Urban Resources, Inc.

1988 - São Paulo SP - MAC 25 anos: destaques da coleção inicial, no MAC/USP

1988 - São Paulo SP - Modernidade: arte brasileira do século XX, no MAM/SP



Atualizado em 25/04/2005




Comentário Crítico

Lygia Clark trabalha com instalações e body art. Muda-se para o Rio de Janeiro em 1947 e inicia aprendizado artístico com Burle Marx (1909 - 1994). Entre 1950 e 1952, em Paris, prossegue os estudos de pintura com Fernand Léger (1881 - 1955), Isaac Dobrinsky (1891 - 1973) e Arpad Szenes (1897 - 1985). No Rio de Janeiro, entre 1954 e 1956, integra o Grupo Frente. Em 1954, incorpora como elemento plástico a moldura em suas obras como, por exemplo, em Composição nº 5. Suas pesquisas voltam-se para a "linha orgânica", que aparece na junção entre dois planos, como a que fica entre a tela e a moldura. Entre 1957 e 1959, realiza composições em preto-e-branco, formadas por placas de madeira justapostas, recobertas com tinta industrial aplicada a pistola, nas quais a linha orgânica se evidencia ou desaparece de acordo com as cores utilizadas.

Para a pesquisadora de arte Maria Alice Milliet, Lygia Clark é entre os artistas vinculados ao concretismo, quem melhor compreende as relações espaciais do plano. A radicalidade com que explora as potencialidades expressivas dos planos, leva-a a desdobrá-los, como nos Casulos (1959), que são compostos de placas de metal fixas na parede, dobradas de maneira a criar um espaço interno. No mesmo ano, participa da 1ª Exposição Neoconcreta. O neoconcretismo define-se como tomada de posição com relação à arte concreta exacerbadamente racionalista e é formado por artistas que pretendem continuar a trabalhar no sentido da experimentação, do encontro de soluções próprias, integrando autor, obra e fruidor. Inicia, em 1960, os Bichos, obras constituídas por placas de metal polido unidas por dobradiças, que lhe permitem a articulação. As obras são inovadoras: encorajam a manipulação do espectador, que conjugada à dinâmica da própria peça, resulta em novas configurações. Em 1963, começa a realizar os Trepantes, formados por recortes espiralados em metal ou em borracha, como Obra-Mole (1964), que, pela maleabilidade, podem ser apoiados nos mais diferentes suportes ocasionais como troncos de madeira ou escada.

Sua preocupação volta-se para uma participação ainda mais ativa do público. Caminhando (1964) é a obra que marca essa transição. O participante cria uma fita de Moebius [August Ferdinand Moebius (1790 - 1868), matemático alemão]: corta uma faixa de papel, torce uma das extremidades e une as duas pontas. Depois a recorta no comprimento de maneira contínua e, na medida em que o faz, ela se desdobra em entrelaçamentos cada vez mais estreitos e complexos. Experimenta um espaço sem avesso ou direito, frente ou verso, apenas pelo prazer de percorrê-lo e, dessa forma, ele mesmo realiza a obra de arte. Inicia então trabalhos voltados para o corpo, que visam ampliar a percepção, retomar memórias ou provocar diferentes emoções. Neles, o papel do artista é de propositor ou canalizador de experiências. Por exemplo, em Luvas Sensoriais (1968) dá-se a redescoberta do tato por meio de bolas de diferentes tamanhos, pesos e texturas e em O Eu e o Tu: Série Roupa-Corpo-Roupa (1967), um casal veste roupas confeccionadas pela artista, cujo forro comporta materiais diversos. Aberturas na roupa proporcionam, pela exploração táctil, uma sensação feminina ao homem e à mulher uma sensação masculina. A instalação A Casa É o Corpo: Labirinto (1968) oferece uma vivência sensorial e simbólica, experimentada pelo visitante que penetra numa estrutura de 8 metros de comprimento, passando por ambientes denominados "penetração", "ovulação", "germinação" e "expulsão".

Entre 1970 e 1975, nas atividades coletivas propostas por Lygia Clark na Faculté d'Arts Plastiques St. Charles, na Sorbonne, a prática artística é entendida como criação conjunta, em transição para a terapia. Em Túnel (1973) as pessoas percorrem um tubo de pano de 50 metros de comprimento, onde às sensações de claustrofobia e sufocamento contrapõe-se a do nascimento, por meio de aberturas no pano, feitas pela artista. Já Canibalismo e Baba Antropofágica (ambos de 1973) aludem a rituais arcaicos de canibalismo, compreendido como processo de absorção e de ressignificação do outro. No primeiro acontecimento, o corpo de uma pessoa deitada é coberto de frutas, devoradas por outras de olhos vendados; e, no segundo, os participantes levam à boca carretéis de linha, de várias cores e lentamente os desenrolam com as mãos para recobrir o corpo de uma pessoa que está deitada no chão. No final, todos se emaranham com os fios. A partir de 1976, dedica-se à prática terapêutica, usando Objetos Relacionais, que podem ser, por exemplo, sacos plásticos cheios de sementes, ar ou água; meias-calças contendo bolas; pedras e conchas. Na terapia, o paciente cria relações com os objetos, por meio de sua textura, peso, tamanho, temperatura, sonoridade ou movimento. Eles permitem-lhe reviver, em contexto regressivo, sensações registradas na memória do corpo, relativas a fases da vida anteriores à aquisição da linguagem.

A poética de Lygia Clark caminha no sentido da não representação e da superação do suporte. Propõe a desmistificação da arte e do artista e a desalienação do espectador, que finalmente compartilha a criação da obra. Na medida em que amplia as possibilidades de percepção sensorial em seus trabalhos, integra o corpo à arte, de forma individual ou coletiva. Finalmente, dedica-se à prática terapêutica. Para Milliet, a artista destaca-se sobretudo por sua determinação em atravessar os territórios perigosos da arte e da terapia.



Atualizado em 08/11/2005

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