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ALDEMIR MARTINS

  • Obras
  • Biografia
  • Especial
 
Título: Paisagem
Artista: ALDEMIR MARTINS
Técnica: Pintura acrílica s/ tela
Medida: 30x42 cm
Ano: s/d
Comentários:   -
Preço: R$ 3600.00
Código: 6752/85
 
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Título: Galo
Artista: ALDEMIR MARTINS
Técnica: Pintura acrílica s/ tela
Medida: 51x30 cm
Ano: s/d
Comentários:   -
Preço: Sob Consulta
Código: 6768/85
 

 
Título: Vaso com Flores
Artista: ALDEMIR MARTINS
Técnica: Pintura acrílica s/ tela
Medida: 100x80 cm
Ano: s/d
Comentários:   -
Preço: Sob Consulta
Código: 6769/85
 
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Título: Gato preto com flores
Artista: ALDEMIR MARTINS
Técnica: Pintura acrílica s/ tela
Medida: 80x60 cm
Ano: 1999
Comentários:   -
Preço: Sob Consulta
Código: 6751/85
 
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Título: Paisagem com 2 coqueiros
Artista: ALDEMIR MARTINS
Técnica: Pintura acrílica s/ tela
Medida: 60x80 cm
Ano: 2000
Comentários:   -
Preço: Sob Consulta
Código: 6209/85
 








Martins, Aldemir (1922 - 2006)

Aldemir Martins (Ingazeiras CE 1922 - São Paulo SP 2006). Pintor, gravador, desenhista, ilustrador. Em 1941, participa da criação do Centro Cultural de Belas Artes, em Fortaleza, com Antonio Bandeira (1922 - 1967), Raimundo Cela (1890 - 1954), Inimá de Paula (1918 - 1999) e Mário Baratta (1915 - 1983), um espaço para exposições permanentes e cursos de arte. Três anos depois, a instituição passa a chamar-se Sociedade Cearense de Artes Plásticas - SCAP. Aldemir Martins produz desenhos, xilogravuras, aquarelas e pinturas. Atua também como ilustrador na imprensa cearense. Em 1945, viaja para o Rio de Janeiro, e, menos de um ano depois, muda-se para São Paulo, onde realiza sua primeira individual e retoma a carreira de ilustrador. Entre 1949 e 1951, freqüenta os cursos do Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand - Masp e torna-se monitor da instituição. Estuda história da arte com Pietro Maria Bardi (1900-1999) e gravura com Poty (1924 - 1998). Em 1959, recebe o prêmio de viagem ao exterior do Salão Nacional de Arte Moderna e permanece por dois anos na Itália. Desde o início da carreira sua produção é figurativa, e o artista emprega um repertório formal constantemente retomado: aves, sobretudo os galos; cangaceiros, inspirados nas figuras de cerâmica popular; gatos, realizados com linhas sinuosas; e ainda flores e frutas. Nas pinturas emprega cores intensas e contrastantes.


Nascimento/Morte
1922 - Ingazeiras CE - 8 de novembro
2006 - São Paulo SP - 05 de fevereiro

Formação
1949 - São Paulo SP - Faz curso de história da arte com Pietro Maria Bardi
1950 - São Paulo SP - Cursa gravura no Masp, com Poty

Cronologia
Pintor, gravador, desenhista, ilustrador
1942 - Fortaleza CE - Funda o Grupo Artys, com Mário Barata, Barbosa Leite, Antônio Bandeira e João Maria Siqueira
1943/1944 - Faz ilustrações nos jornais O Unitário, Correio do Ceará e O Estado
1945/1946 - Rio de Janeiro RJ - Vive nessa cidade
1946 - São Paulo SP - Faz ilustrações nos jornais Correio Paulistano e A Noite
1947 - São Paulo SP - Integra o Grupo dos 19
1954 - São Paulo SP - Cria a primeira cenografia para a peça Lampião, de Rachel de Queiroz
1955 - São Paulo SP - Faz painéis para residências e locais públicos
1956 - São Paulo SP - Ilustra Sonetos, de Bocage
1960 - São Paulo SP - Faz 90 ilustrações para a edição completa, em 9 volumes, de As Mil e Uma Noites
1960 - Roma (Itália) - Segue para Roma, com o prêmio viagem obtido no Salão Nacional de Arte Moderna do Rio de Janeiro
1981 - Rio de Janeiro RJ - Faz a abertura da novela Terras do Sem Fim, de Jorge Amado. Acontece première com distribuição de álbum com reprodução de desenhos da novela
1985 - Brasil - Lança o livro Linha, Cor e Forma, que reflete seu trabalho; ilustra várias obras literárias

Atualizado em 06/02/2006
Fonte: Itaú Cultural
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Na primeira metade dos anos 40, em companhia de Antonio Bandeira, Inimá de Paula, entre outros, participou da renovação modernista em Fortaleza, no Ceará. Fixou-se em São Paulo em 1946, depois de uma rápida passagem pelo Rio de Janeiro. Participou de numerosos salões de arte, obtendo, no Salão Nacional de Arte Moderna, os prêmios de viagem ao país (1957) e de viagem ao estrangeiro (1959).
Em virtude deste último, residiu em Roma. Participou também da Bienal de São Paulo (1951, 1955 e 1975, com prêmio de desenho em 1955) e da Bienal de Veneza (prêmio de desenho em 1956). Em 1960, expôs no MAM de Salvador, tendo realizado várias outras exposições em Salvador, no Rio de Janeiro, em São Paulo, Florianópolis, Fortaleza, Porto Alegre e Recife. No exterior, expôs em Nova York e Paris. Em 2000, a galeria virtual do site www.estadao.com.br foi reinaugurada com a exposição de 60 obras do artista.

Referências: O Brasil por seus artistas (MEC, 1979) e Arte brasileira (Colorama, 1985), de Walmir Ayala; História geral da arte no Brasil (Instituto Walther Moreira Salles/Fundação Djalma Guimarães, 1983), coordenação de Walter Zanini; Linha, cor e forma: Aldemir Martins (Emanoel Araújo/MWM, 1985); 100 obras Itaú (MASP, 1985); Arte/Brasil/Hoje: 50 anos depois (Collectio, 1973) e Entre dois séculos: arte brasileira do século XX na coleção Gilberto Chateaubriand (JB, 1987), de Roberto Pontual; Uma visão da arte no Ceará (Galeria Ignez Fiuza, 1987), de Roberto Galvão; Cronologia das artes plásticas no Rio de Janeiro: 1816-1994 (Topbooks, 1995), de Frederico Morais; Museus Castro Maya (Agir/Banco Boavista, 1994); Coleção Aldo Franco (Pinakotheke, 2000), de Jacob Klintowitz.
Morre aldemir martins

O artista plástico cearense Aldemir Martins faleceu na noite de domingo, 5 de fevereiro, aos 83 anos, vítima de enfarte, em sua casa em São Paulo.

Nascido em 8 de novembro de 1922 em Ingazeiras, no Vale do Cariri, demonstrou desde menino talento inato para o desenho. No período em que serviu ao Exército, de 1941 a 1945, continuou desenvolvendo sua arte e ajudou a criar o Grupo Artys e a Sociedade Cearense de Artistas Plásticos (Scap), juntamente com outros pintores. Mudou-se para o Rio de Janeiro em 1945 e para São Paulo em 1946. De 1960 a 1961, morou em Roma.

Martins sempre deixou transparente em suas obras uma brasilidade inconteste, seja nos temas, que priorizavam imagens do homem e da paisagem nordestinos, tais como cangaceiros, rendeiras, animais, frutas e flores, seja nos traços fortes e nos tons vibrantes. Utilizou várias vias de expressão, como a pintura, a gravura, o desenho, a cerâmica e a escultura em diferentes suportes. Também atuou fazendo ilustrações para jornais e livros.

Uma de suas características mais marcantes foi a constante experimentação, tendo trabalhado com variados tipos de superfície, de pequenas madeiras para caixas de charuto, papéis de carta, cartões, telas de linho e de juta, fôrmas de pizza etc.

Participou de diversas exposições no Brasil e no exterior. Seu trabalho ganhou diversos prêmios, como o de melhor desenhista na Bienal de São Paulo de 1955, dividido com Carybé, e o prêmio de desenho na Bienal de Veneza, em 1956.

O artista foi enterrado no cemitério Campo Grande, em Santo Amaro, zona sul



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